Em forma de protesto, boneco é colocado para sinalizar buraco na SC-477

Boneco foi colocado em um dos inúmeros buracos da rodovia. Foto: Redes Sociais

Motoristas que circulam pela rodovia SC-477 que liga a BR-280 em Canoinhas à BR-116 em Papanduva, encontraram uma maneira inusitada de protestar contra as más condições da rodovia.

Confeccionado em diversos materiais, um boneco foi colocado em um dos inúmeros buracos existentes ao longo da rodovia.

Um boneco engraçado para um protesto sério. Essa foi a maneira encontrada pelos usuários da rodovia para chamar a atenção das autoridades para o problema. Foto: Redes Sociais.

A SC-477, que há tempos (muito tempo) pede socorro, apresenta problemas em toda sua extensão.
Os buracos, que sempre foram muitos, transformaram-se em verdadeiras crateras após as últimas chuvas.

Pneus furados e rodas destruídas tornaram-se comuns para os motoristas que utilizam a rodovia e acidentes são frequentes.

A revitalização é prometida há anos, mas como outras promessas, nunca saiu do papel.

Uma delas feita em março de 2017, onde foi confirmada, em Mafra, pelo deputado estadual Antônio Aguiar, o investimento de R$ 10 milhões para o reperfilamento asfáltico da SC 477 – trecho de Canoinhas a Major Vieira, e SC 135 – trecho entre Porto União até Matos Costa.

Em 2018,  Aguiar culpou o secretário da SDR de Mafra, pela situação da rodovia, chamando-o de incompetente.

Apesar das péssimas condições, não há previsão de melhorias. Na última sexta-feira (12), foi apresentado novo estudo da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), que avaliou 19 rodovias estaduais que cortam as regiões Oeste e Contestado .

O estudo revelou que a situação de boa parte dos trechos é de deterioração acelerada, destacando que a situação precária se deve à falta de manutenção.

No caso da rodovia SC-477, no segmento que dá acesso de Major Vieira e Canoinhas à BR-116/SC em Papanduva, o trecho foi considerado \”em situação crítica\”.

Todos esperam urgência na resolução para recuperação da SC-477, devido a precariedade em que a mesma se encontra, pois operações de tapa buraco nessa rodovia já não resolvem mais.

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