A análise de quase dois mil arquivos atestam que adolescentes e o cão “Orelha” não estiveram juntos na praia no período da suposta agressão e que o animal sofria de grave doença.
Tribunal do Júri acolheu tese do Ministério Público e condenou réu por homicídio e três tentativas; crime foi motivado pelo inconformismo com o fim do relacionamento.