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Mulher agredida em Canoinhas é transferida em estado grave para Mafra

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Vítima deu entrada com lesões graves na UPA de Canoinhas após supostamente ser encontrada pelo companheiro, caída no chão da cozinha de sua casa. A Polícia Militar foi acionada.

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Na terça-feira (14), por volta das 11h15, a Polícia Militar de Canoinhas foi acionada para comparecer na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), após dar entrada na unidade uma mulher, 35 anos, com lesão corporal grave.

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A equipe médica relatou que a mulher foi conduzida pelo Corpo de Bombeiros, consciente e não responsiva, com lesão contundente na cabeça, lado direito, além de suspeita de traumatismo cranioencefálico. A suspeita é de agressão física.

Segundo o companheiro da vítima, ele disse que saiu de casa por volta das 10h para ir no mercado e retornou 30 minutos depois, encontrando a mulher caída no chão da cozinha, com sangramento na cabeça. Ao constatar o fato, acionou os Bombeiros.

Indagado sobre eventual discussão e agressão, o homem respondeu que já tiveram desavenças, mas que há tempos não brigavam. Foi conversado, também, com a mãe da vítima, a qual relatou que são frequentes as brigas e agressões do casal.

Disse ainda aos policiais que por diversas vezes conversou com a filha para
terminar o relacionamento, porque já havia presenciado várias agressões. A filha
havia solicitado medida protetiva em 2023, contudo, pediu para retirar em novembro daquele ano, quando entendeu não ser mais necessário.

A guarnição conversou com a equipe médica que atendeu a vítima, bem como, viu os ferimentos apresentados. Além dos diversos hematomas nos braços, a vítima apresenTava um corte em forma estrelada no lado direito da cabeça, com
afundamento de crânio, inconsistente com uma queda da própria altura.

De acordo com a PM, a mulher estava com com suspeita de traumatismo craniano e foi entubada, sendo transferida pelo SAMU para o Hospital São Vicente de Paulo, em Mafra, referência em traumas dessa natureza.

Ainda de acordo com a polícia, a cena do crime foi fotografada e filmada, não sendo visualizado nenhum ponto capaz de causar a lesão apresentada, ou marcas de sangue em objetos capazes de causar o trauma.

Após todos os levantamos, como não havia indícios suficientes que justificassem a condução do homem para Delegacia, este foi liberado no Pronto Atendimento. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

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