MINAB (IRÃ) – O início do conflito armado envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã foi marcado por uma tragédia humanitária sem precedentes na cidade de Minab, no sul do país. Um ataque de precisão atingiu uma escola de educação infantil feminina, resultando na morte de 168 crianças e deixando mais de 90 feridos.
O bombardeio ocorreu durante o horário de aula e gerou imagens de valas coletivas que comoveram a comunidade internacional.

Enquanto a Casa Branca e Tel Aviv negam autoria ou alegam investigação, análises do jornal New York Times sugerem que a escola foi danificada durante ofensivas contra uma base naval próxima.
O episódio levanta um debate profundo sobre a instrumentalização dos direitos das mulheres. Sociólogos e pesquisadores de universidades brasileiras, como UnB, USP e UFRGS, criticam a narrativa ocidental de “libertação” do povo iraniano.
Para especialistas, o ataque a um centro de ensino — pilar da autonomia feminina — contradiz o discurso humanitário. Embora o regime iraniano imponha restrições severas às mulheres, movimentos internos como o “Mulher, Vida e Liberdade” reivindicam o direito de decidir seu próprio destino sem intervenções militares externas que, na prática, vitimam as mesmas pessoas que dizem proteger.











