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Jovem é morta no Alto da Tijuca; suspeito é preso a 200 km de Canoinhas

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Vítima de 21 anos foi encontrada com ferimento no pescoço em casa atingida por princípio de incêndio; autor foi capturado após força-tarefa policial.

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CANOINHAS – A madrugada desta quarta-feira (25) foi marcada por um crime bárbaro no bairro Alto da Tijuca. Jamile Cordeiro, de 21 anos, foi morta em uma residência na Rua Alfredo Schumacher. O principal suspeito, seu companheiro Antonio Padilha, também de 21 anos, foi preso horas depois no Meio-Oeste catarinense, após uma operação coordenada entre as polícias Militar e Civil.

O crime e a descoberta

Por volta das 03h45, vizinhos acionaram o socorro após sentirem cheiro de queimado vindo de uma residência. Os próprios moradores conseguiram extinguir um princípio de incêndio antes da chegada dos Bombeiros Militares.

Ao entrarem no imóvel — que pertence a familiares do suspeito —, os socorristas encontraram o corpo de Jamile em um dos cômodos. Ela apresentava um ferimento profundo por corte na região do pescoço e parte de suas vestimentas estavam queimadas. Inicialmente, houve a suspeita de que a morte estivesse ligada ao fogo, mas a perícia confirmou os sinais de violência física.

Fuga e captura estratégica

Testemunhas relataram ter visto o companheiro da vítima saindo do local durante a madrugada carregando uma mochila. Com base nessas informações, a Polícia Militar e a Polícia Civil iniciaram uma troca de dados em tempo real, identificando que o suspeito seguia em direção ao Oeste do estado.

O cerco fechou em Lindóia do Sul, a mais de 200 quilômetros de Canoinhas. Antonio Padilha foi localizado, preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Concórdia, onde permanece à disposição da Justiça.

Investigação em Curso

A Polícia Civil agora trabalha para esclarecer a motivação do crime e os detalhes da relação entre o autor e a vítima. Um ponto que chamou a atenção das autoridades é que a casa onde o corpo foi localizado pertence a parentes de Antonio, que afirmaram não conhecer a vítima. A perícia técnica deve determinar se o incêndio foi provocado intencionalmente para ocultar o cadáver ou destruir evidências.

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