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Polícia Civil e Militar deflagram operação que quebra estrutura criminosa no Planalto Norte

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Batizada de Ruptura, ofensiva policial buscou desarticular facções e reduzir índices de violência na região. Sete pessoas foram presas em flagrante e outras seis por mandado.

Uma grande operação policial, batizada de “Ruptura”, foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (29) em Major Vieira e municípios vizinhos, resultando na prisão de diversas pessoas e na apreensão de armas, drogas e munições.

Com apoio aéreo e canil, operação mobilizou mais de 100 policiais em Major Vieira e municípios vizinhos — Fotos: PMSC

A ação, realizada de forma integrada entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, teve como principal objetivo o combate ao crime organizado e a desarticulação de grupos criminosos que atuam na região.

A operação mobilizou um efetivo de aproximadamente 100 policiais, distribuídos em mais de 30 viaturas, e contou com o apoio aéreo do Serviço Aeropolicial (SAER), além da atuação de equipes dos canis da PM e da PC.

Segundo as forças de segurança, a ação foi planejada para dar cumprimento a mandados de prisão e de busca e apreensão, visando reduzir os índices de violência e aumentar a sensação de segurança da população local.

Como resultado da “Operação Ruptura“, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão temporária. Além disso, sete pessoas foram presas em flagrante.

Durante as buscas, os policiais apreenderam cinco armas de fogo, 86 munições, 49 pedras de crack, além de porções de cocaína e maconha.

Cinco armas de fogo foram apreendidas — Foto: PMSC/Divulgação

Três rádios comunicadores, frequentemente utilizados por criminosos para monitorar a movimentação policial, também foram recolhidos.

Em nota, as polícias Militar e Civil destacaram que a “Operação Ruptura” evidencia o empenho conjunto no combate à criminalidade organizada.

“O trabalho integrado reforça a importância da união das forças de segurança para quebrar a estrutura de organizações criminosas e proteger a sociedade”, afirmaram as corporações.