Em sua defesa, o hospital alegou que não há prova de culpa dos servidores no desaparecimento da aliança, que foi colocada dentro de uma luva cirúrgica.
Com o bebê ainda no ventre de uma das genitoras, elas fizeram consulta sobre o registro na Escrivania de Paz do Município, o qual informou a impossibilidade do ato devido à ausência de legislação.