A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de ato infracional análogo à posse de produto proibido na tarde desta quarta-feira (17), após a direção de uma instituição de ensino flagrar uma aluna menor de idade portando um cigarro eletrônico (vape).
O caso foi registrado na localidade rural de Salto d’Água Verde, no interior de Canoinhas. O dispositivo foi apreendido pelas autoridades policiais e o responsável legal da estudante foi convocado até a escola.
A intervenção da radiopatrulha da PM ocorreu após o corpo docente e a equipe diretiva da unidade escolar identificarem a presença do material de fumo com a estudante. Diante da suspeita e das regras disciplinares da instituição de ensino, foi realizada uma inspeção interna, sendo o cigarro eletrônico localizado escondido no interior da bolsa escolar da adolescente.
Cientes do flagrante de posse de substância de comercialização e consumo proibidos para menores, a direção acionou imediatamente o telefone de emergência 190 e solicitou o comparecimento do pai ou responsável da aluna. O tutor compareceu à escola para acompanhar as diligências e os esclarecimentos operacionais.
Ao ser questionada pelas guarnições policiais sobre a procedência do item, a adolescente confessou que havia adquirido o cigarro eletrônico de uma terceira pessoa, cujas características e identidade não foram detalhadas no relatório público da corporação.
Diante dos fatos constatados, a Polícia Militar efetuou o recolhimento e a apreensão administrativa do dispositivo eletrônico para posterior descarte ou destruição regulamentar. Um Boletim de Ocorrência (BO-COP) foi lavrado no local para registrar a situação e dar andamento às providências legais cabíveis.
Após o preenchimento dos termos e a orientação formal da família e dos diretores sobre as implicações civis e de saúde do caso, as partes foram liberadas.
O comando da Polícia Militar aproveitou a ocorrência para reforçar a necessidade de conscientização sobre os graves riscos à saúde causados pelo uso de cigarros eletrônicos (especialmente em fases de desenvolvimento respiratório) e defendeu a importância de um monitoramento conjunto e rígido entre os núcleos familiares e a comunidade escolar para coibir a prática nas proximidades das salas de aula.
























