Uma vasta rede de solidariedade internacional foi formada após os fortes terremotos, de magnitudes 7.5 e 7.2, que devastaram a costa da Venezuela na quarta-feira (24).
Com um balanço oficial que já contabiliza 164 mortos e 970 feridos, chefes de Estado de todo o mundo — incluindo Brasil, Estados Unidos, China, México e países vizinhos — anunciaram o envio de equipes de resgate, assistência médica e ajuda humanitária.
Embora os dados oficiais apontem 164 vítimas fatais até o momento, projeções do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) alertam para um cenário crítico, com possibilidade de milhares de vítimas e um impacto econômico que pode chegar a 7% do PIB venezuelano.
Líderes globais reagiram prontamente à catástrofe. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou “grande preocupação e consternação”, prometendo assistência imediata ao país, gesto agradecido pela presidente encarregada da Venezuela, Delcy Rodríguez.
Em um movimento que superou tensões políticas, o presidente da Guiana, Irfaan Ali, também ofereceu ajuda, sendo reconhecido pelo governo venezuelano como um gesto de respeito e vizinhança.
Os Estados Unidos, por meio do presidente Donald Trump e do secretário de Estado Marco Rubio, confirmaram o envio de equipes de busca e resgate e recursos médicos. O México, através da presidente Claudia Sheinbaum, enviou pessoal especializado, enquanto Cuba reforçou a atuação de seus profissionais de saúde já presentes no território.
O governo chinês também se colocou à disposição para colaborar com a recuperação e reconstrução do país.














