A troca de nenéns somente foi descoberta 42 anos após o parto. O pai da criança, ao saber do erro na maternidade, teve um acidente vascular cerebral e morreu.
Ministros apontaram ilegalidades processuais durante julgamento, como a realização de uma reunião reservada entre o juiz e o conselho de sentença, sem a presença do Ministério Público.