tres_barras

Defesa Civil detalha plano de contingência contra enchentes na Câmara de Canoinhas

Avatar photo
Coordenador municipal garantiu prontidão para atender áreas de risco e detalhou o andamento das licenças para a dragagem do Rio Canoinhas.

LEIA TAMBÉM

A possibilidade de uma nova elevação expressiva nas águas do Rio Canoinhas mobilizou a Câmara de Vereadores na sessão desta semana.

O coordenador municipal da Defesa Civil, Adilson Bueno, ocupou a tribuna do Legislativo a convite dos parlamentares para detalhar o plano de contingência do município frente aos volumes pluviométricos superiores a 110 milímetros previstos para a região.

Bueno destacou a reestruturação dos protocolos de atendimento e garantiu que o município está preparado para responder a eventuais emergências. Entre as prioridades fixadas pela Secretaria de Ação Social está o mapeamento prévio e o atendimento prioritário a famílias com pessoas acamadas que residem em áreas suscetíveis a alagamentos.

Centralização da informação e cadastro de voluntários

A comunicação oficial com a população durante o período de instabilidade será centralizada pela Assessoria de Imprensa do Município e replicada nos canais oficiais da Prefeitura e em linha direta via WhatsApp da Defesa Civil.

Em resposta a questionamentos sobre a organização de auxílio comunitário — ressaltando episódios de enchentes anteriores em que o trânsito desordenado de máquinas causou danos à infraestrutura de energia e residências —, Bueno explicou que a Defesa Civil mantém um cadastro prévio de voluntários para mapear habilidades e organizar o apoio de forma segura.

O cadastramento deve ser efetuado mediante o preenchimento de dois formulários digitais oficiais: o Formulário de Cadastro de Novos Voluntários e o Questionário de Perfil e Disponibilidade.

Licenciamento da dragagem do Rio Canoinhas

Outro ponto central dos debates foi a obra de dragagem do Rio Canoinhas. Questionado sobre os recursos anunciados pelo Governo do Estado de aproximadamente R$ 13 milhões, o coordenador explicou que a intervenção aguarda a conclusão dos trâmites de licenciamento ambiental sob responsabilidade do município de Três Barras.

A estimativa é de que a obra exija o descarte de um volume de sedimentos equivalente a 20 estádios de futebol, demandando inclusive a aquisição de área específica para o depósito do material.

Segundo a coordenação, nenhum valor foi repassado aos cofres municipais até o momento, e a expectativa técnica é de que o início dos trabalhos ocorra no início de 2027.

Notícia Anterior

CRISE NO STF
Fachin retira Inquérito das Fake News de Moraes e assume investigação no STF

VOCÊ VIU?