O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (7) ter recebido mais de 2 mil ameaças de morte em razão de seu discurso de combate às facções criminosas. A declaração ocorreu durante ato em Brasília onde o parlamentar formalizou a adesão do partido Republicanos à sua candidatura no segundo turno das Eleições 2026.
Durante o evento, o senador expôs a captura de tela de uma postagem atribuída a uma liderança do tráfico do Rio de Janeiro. A mensagem continha ameaças de retaliação contra moradores de comunidades que votassem no número 22:
“Não adianta chorar depois da primeira operação, a sua casa será alvo de bala perdida”, citou o candidato ao comentar a intimidação promovida pelo crime organizado nas periferias.
Alianças políticas e estratégia de aproximação com o público feminino
Com a entrada oficial do Republicanos — legenda que havia mantido neutralidade no primeiro turno —, Flávio Bolsonaro consolida mais uma força da base do Centrão, juntando-se aos apoios já confirmados da União Progressista (União Brasil e PP) e do Novo. A coordenação de campanha mantém ainda conversas com a direção do Podemos.
Paralelamente às alianças partidárias, a campanha do PL intensificou a estratégia para ampliar a aceitação do candidato junto ao eleitorado feminino. Sob a liderança da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que destacou a formação de um comitê feminino de apoio, Flávio detalhou suas propostas focadas na proteção das mulheres:
- Enquadramento de Facções: Classificação de organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas.
- Tecnologia Integrada: Unificação de bancos de dados de denúncias de violência contra a mulher por meio da plataforma Gov.br no celular.
- Inteligência Artificial de Proteção: Implementação de ferramentas de IA para prestar auxílio e orientar vítimas de assédio e importunação.






























