Segundo a Polícia Militar, a criança tinha poucas horas de vida, e foi resgatada pelo SAMU, sendo encaminhada ao Hospital apresentando sinais vitais estáveis.
Laudo cadavérico descartou a possibilidade de a criança ter apresentado sinais vitais reais durante o velório. Legista forneceu possíveis explicações para a captação de sinais de saturação após óbito.
Os moradores da residência não se encontravam no local no momento do incêndio. Eles chegaram após o ocorrido. As causas do incêndio serão investigadas.