Os pais, segundo o Ministério Público, não apresentaram justificativa médica para não vacinar os filhos, bem como continuaram a recusar a aplicação obrigatória.
Homem foi condenado por tentativa de homicídio, qualificado por feminicídio, motivo torpe, emprego de fogo e recurso que dificultou a defesa da vítima - que se salvou graças à ajuda de vizinhos.
A consumidora relatou que dois celulares adquiridos na loja explodiram enquanto ela dormia, resultando em danos aos aparelhos e queimaduras nela própria.
O delito foi praticado mediante meio cruel, uma vez que o número de facadas causou intenso sofrimento à vítima, que permaneceu viva e sangrando por algum tempo, disse o Ministério Público.