O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou, no fim da tarde desta segunda-feira (9), a realização de diligências complementares para aprofundar as investigações sobre a morte do cachorro Orelha e outros incidentes na Praia Brava.
Entre os pedidos mais impactantes está o requerimento da exumação do corpo do animal para perícia direta, caso ainda seja viável.
As requisições foram protocoladas pela 2ª e pela 10ª Promotorias de Justiça da Capital. O objetivo é esclarecer se houve coação no curso do processo e analisar vídeos de atos infracionais conexos.
Devido ao envolvimento indireto de adolescentes, o MPSC manifestou-se favoravelmente ao restabelecimento do sigilo processual.
A 2ª Promotoria de Justiça estipulou um prazo de 20 dias para o cumprimento das novas diligências. Somente após a análise de todo o material e dos novos depoimentos solicitados é que o órgão decidirá pelo ajuizamento ou não de ações penais.











