Durante a inquirição da segunda testemunha, um policial civil, uma nova prova do crime foi revelada. A defesa dos acusados não concordou em anexá-la ao processo.
Segundo a Polícia Militar, o pai da criança, de 38 anos, tirou a própria vida após cometer o crime. A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar as circunstâncias do caso.
A vítima queria deixar o cão na propriedade do seu pai, que reside em área rural, onde também reside o autor e este não teria concordado, iniciando uma discussão.