DIVE confirma que SC já tem transmissão comunitária da varíola dos macacos

Casos têm se concentrado em adultos jovens, na faixa dos 20 a 39 anos.

Com seis casos confirmados de varíola dos macacos em Santa Catarina, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) anunciou nesta quinta-feira (28) ações de prevenção à doença.

“Nós estamos orientando todos os serviços de saúde para que haja reforço na identificação precoce dos casos e na orientação da importância do isolamento da pessoa infectada para evitar a transmissão para outras pessoas, em especial aquelas dos grupos mais vulneráveis como crianças, gestantes e imunodeprimidos”, afirma o superintendente da Dive, Eduardo Macário.

O objetivo é tornar a estratégia de identificação e isolamento de pacientes mais efetiva. A secretaria de Saúde do Estado confirmou que já há transmissão comunitária da doença, ou seja, quando não é mais possível identificar o local onde a pessoa foi infectada.

Com as ações de prevenção, a pasta quer evitar que a doença chegue ao público mais vulnerável, como as crianças, gestantes e imunocomprometidos.

Entre as ações para evitar a propagação da doença está a atualização de uma nota de alerta aos serviços de saúde para a detecção de casos suspeitos.

Além disso, os profissionais de saúde que atendem casos de infecções sexualmente transmissíveis também precisam ficar atentos para suspeita de varíola dos macacos.

“Os casos têm se concentrado em adultos jovens, na faixa dos 20 a 39 anos. Quando a gente pensa em sintomas, a maior parte apresenta lesões cutâneas, mas também apresentam dor de garganta, fraqueza, dor de cabeça, febre, dores no corpo”, afirmou o diretor da Dive do estado, João Fuck.

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