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Cesta básica fica mais cara em todas as capitais brasileiras

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Feijão foi o principal responsável pela alta devido a dificuldades na colheita; Dieese estima que salário-mínimo ideal deveria ser de R$ 7.425,99.

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O custo da cesta básica de alimentos subiu em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal durante o mês de março, segundo dados do Dieese e da Conab. No Sul do país, Florianópolis registrou a quarta cesta mais cara do Brasil, custando em média R$ 824,35.

No acumulado de 2026, todas as cidades analisadas apresentam alta, com Aracaju liderando o aumento anual (10,93%).

A principal pressão sobre os preços no último mês veio do feijão. O grão preto, consumido majoritariamente no Sul e no Rio de Janeiro, subiu até 7,17% em Florianópolis. Já o feijão carioca chegou a registrar uma alta expressiva de 21,48% em Belém. O aumento é reflexo direto da restrição de oferta causada por dificuldades climáticas na colheita.

Ranking das Capitais

Em março, as capitais com os maiores custos médios foram:

  1. São Paulo: R$ 883,94
  2. Rio de Janeiro: R$ 867,97
  3. Cuiabá: R$ 838,40
  4. Florianópolis: R$ 824,35

Já os menores valores foram encontrados em Aracaju (R$ 598,45) e Porto Velho (R$ 623,42), onde a composição da cesta básica é diferente por questões regionais. Além do feijão, itens como tomate, carne bovina de primeira e leite integral também registraram reajustes.

Salário-Mínimo ideal

Com base no valor da cesta em São Paulo, o Dieese calcula mensalmente o salário-mínimo necessário para suprir as necessidades básicas previstas na Constituição (moradia, saúde, educação, entre outras). De acordo com o departamento, o mínimo deveria ser de R$ 7.425,99 — o que equivale a 4,58 vezes o valor atual de R$ 1.621,00.

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