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“Lixo NÃO, luxo!”: Canoinhas debate compostagem e preservação do solo em evento regional

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Iniciativa reuniu IMA, IFSC e setor privado para oficinas de biofertilizantes e discussões sobre gestão de resíduos sólidos no Planalto Norte.

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Em comemoração ao Dia Nacional da Conservação do Solo, o Instituto do Meio Ambiente (IMA), por meio da Codam Canoinhas, promoveu nesta semana o evento “Lixo NÃO, luxo!”. A ação, realizada em parceria com o IFSC e a GR Soluções Ambientais, focou na transformação de resíduos orgânicos em riqueza para o solo e na articulação de políticas públicas regionais.

Durante o encontro, foi apresentado o grupo de estudos “Compostagem e os agentes de transformação”, além de oficinas práticas para a montagem de composteiras domésticas. O evento também celebrou a adesão de todos os municípios da região de Canoinhas ao programa “Penso, Logo Destino” (PLD), focado na logística reversa de itens como pneus, lâmpadas e eletrônicos.

Destaques da Gestão Ambiental Local

A coordenadora regional do IMA, Zenici Dreher Herbst, destacou o entusiasmo com o engajamento da região. Entre os projetos mencionados como referência, o Programa Ouro Verde, de Canoinhas, foi citado pela sua eficácia ao trocar recicláveis por “moeda verde” e produtos no mercado público.

Ações práticas confirmadas:

  • Doação de Composteiras: O CEDUP Vidal Ramos e o IFSC Canoinhas receberam sistemas de compostagem instalados pela GR Soluções Ambientais.
  • Educação Técnica: Servidores do IFSC apresentaram o guia “Compostagem: transformando resíduos em riqueza”, detalhando os benefícios do biofertilizante para a agricultura.
  • Projeto Tatuzinho-bola: A iniciativa destacou o papel dos decompositores naturais na saúde do solo e na preservação ambiental.

Responsabilidade compartilhada

O evento contou com a presença de lideranças estaduais do IMA e representantes da Epagri e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A discussão reforçou que a compostagem é uma das formas mais eficazes de cumprir a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dividindo a responsabilidade entre governo, empresas e o cidadão comum.

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