Uma comitiva de parlamentares da Câmara de Vereadores de Canoinhas participou ativamente, na última quarta-feira (28), do Ciclo de Seminários Regionais – Região Sul, sediado nas dependências da Fundação João XXIII, no município de Mafra. O encontro de alta relevância regional reuniu produtores rurais, trabalhadores da indústria fumageira, autoridades públicas e lideranças do agronegócio para debater os rumos econômicos e sociais do setor no Brasil.
A bancada canoinhense foi representada no evento pelos vereadores Marcos Homer, Ivan Krauss, Edmilson Verka e Rosi Crestani. O debate central girou em torno do tema “Cadeia Produtiva do Tabaco: Emprego, Renda e o Futuro da Cadeia Produtiva do Tabaco no Brasil”, um assunto estratégico para a economia do Planalto Norte catarinense.
Mobilização institucional nos estados do Sul
O encontro em Mafra integra um cronograma robusto de seminários itinerantes promovidos de forma conjunta pela Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Federação do Tabaco e sindicatos patronais e de trabalhadores filiados nos três estados da Região Sul (Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul).
O foco principal das entidades é blindar e fortalecer a mobilização institucional, além de ampliar o espaço de debate político e técnico na defesa da cultura do fumo.
Durante as palestras e mesas-redondas, painelistas e prefeitos convidados destacaram o peso do tabaco na balança comercial dos municípios sulistas. A atividade é apontada como uma das principais forças motrizes para a fixação do homem no campo, garantindo sustentabilidade financeira direta para milhares de famílias de pequenos produtores integrados.
Poder público e o suporte aos produtores locais
Os vereadores aproveitaram o espaço para reforçar a necessidade de um canal de diálogo permanente e sem travas entre o poder público municipal, os agricultores e as indústrias beneficiadoras. Para os parlamentares, o tabaco desempenha um papel insubstituível no desenvolvimento econômico regional, sendo o principal responsável pelo retorno de impostos agrícolas e pela manutenção de postos de trabalho no comércio e no setor de serviços mafrense.
Os organizadores reforçaram que a união de toda a cadeia produtiva é a única ferramenta eficaz para enfrentar os desafios regulatórios e de mercado que o setor enfrenta a nível nacional e internacional, garantindo a segurança jurídica para quem vive e investe na atividade.







