Análises feitas por técnicos do Ministério da Agricultura e Pecuária indicaram que os produtos estavam contaminados e por isso não poderiam ser doados.
"Eu vi a mão da minha filha encostada na porta, e a cabeça dela. Chamei ela, chamei meu neto, e não tive retorno. Daí alguém falou pra mim que eles estavam mortos", relembra Lauro Costa Maciel (D). Foto: RPC/Reprodução
Givanildo Rodrigues Maria havia sido preso em flagrante, negou o crime, e foi solto após o juiz entender que não existia sinais de que ele pudesse fugir da cidade.