Um caso chocou o Brasil nesta semana. A jovem Bruna Borges de 19 anos, transmitiu ao vivo seu suicídio por uma rede social, na quarta-feira (26). Ela morava em uma vila militar em Rio Branco, no Acre.
Antes do ato, Bruna também postou mensagens no Facebook em que se dizia machucada.
O Corpo de Bombeiros também recebeu várias ligações mas foi direcionado para um endereço antigo da família.
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Ela cursava o 3º período de ciências sociais na Universidade Federal do Acre (UFAC).
Os pais chegaram a ir à Delegacia de Flagrantes para fazer um boletim de ocorrência, mas não conseguiram, pois estavam sem condições emocionais para falar.
Mais mortes
No início da tarde de sexta-feira (28), os corpos do subtenente Márcio Augusto de Brito Borges, de 45 anos, e da esposa, a ex-sargento Claudineia da Silva Borges, 39, pais de Bruna, foram encontrados enforcados na garagem da casa onde moravam, na Vila Militar, em Rio Branco.
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| Dois dias após a morte da filha, os pais foram encontrados mortos. As evidências apontam para duplo suicídio. |
Em coletiva, o comandante do 4ºBIS, coronel Wellington Valone Barbosa, disse que é prematuro afirmar as circunstâncias da morte do casal. Cartas foram encontradas na casa e estão com a Polícia Civil.
Segundo informações de Josemar Portes, atual Secretário Adjunto da Polícia Civil de Rio Branco, as evidências apontam para um duplo suicídio, arquitetado por eles para acontecer na mesma residência onde, na última quarta-feira, 26, a filha se enforcou. Bruna era filha única do casal.











