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Apoiadores de Jair Bolsonaro lotam avenida Paulista em SP

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No local, não foram vistas faixas ou cartazes com ataques ao Supremo ou a qualquer pessoa ou instituição.

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A manifestação de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, aconteceu neste domingo (25). De acordo com imagens aéreas, foram nove quarteirões completamente ocupados, e os organizadores do evento estimam um público de 700 mil pessoas.

A ocupação principal se concentrou no Masp, mas se estendeu ao longo de quarteirões. Aliados políticos chegaram a dizer que ato reuniu mais de um milhão de pessoas.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que a manifestação “ocorreu de forma pacífica, sem o registro de incidentes e com a presença de, aproximadamente, 600 mil pessoas na Avenida Paulista e 750 mil pessoas no total, quando levado em conta o público presente nas ruas adjacentes”.

Bolsonaro chegou acompanhado da mulher, Michelle Bolsonaro, e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também compareceram.

No local, não foram vistas faixas ou cartazes com ataques ao Supremo ou a qualquer pessoa ou instituição. Havia bandeiras do Brasil e de Israel.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu para deputados e senadores, apoio a um projeto de anistia para os presos pelos ataques de 8 de janeiro às sedes dos Três Poderes.

“É por parte do Parlamento brasileiro, é uma anistia para aqueles pobres coitados que estão presos em Brasília. Nós não queremos mais que seus filhos sejam órfãos de pais vivos. A conciliação, nós já anistiados no passado, quem fez barbaridade no Brasil”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro ainda afirmou que não concorda com quem depredou o patrimônio público e que quem o fez, deve pagar.

O ex-presidente também afirmou que busca “pacificação” e passar uma “borracha no passado”. Bolsonaro pontuou que está sendo perseguido e negou que houve tentativa de golpe.

Saí do Brasil e essa perseguição não terminou. É joia, é questão de importunação da baleia, dinheiro que teria mandado para fora, é tanta coisa que eles até mesmo acabam trabalhando contra si”, listou.

O que é golpe? É arma, tanque na rua, conspiração, trazer classe política para seu lado, empresariais. Nada disso foi feito no Brasil. Agora, o golpe é porque tem uma minuta de um decreto de Estado de Defesa. Golpe? Usando a constituição? Tenham santa paciência”, adicionou.

O ex-presidente também comentou a adesão de manifestantes no ato: “Vocês nos trazem esperança, energia, garra, certeza que temos como vencer. Nós não queremos um socialismo para o Brasil e não podemos admitir um comunismo em nosso meio. Não queremos ideologia de gênero e queremos respeito à propriedade privada. Queremos direito à defesa da própria vida, respeito à vida desde a concepção, não queremos a liberação das drogas,” disse.