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Servidor é alvo do GAECO por suspeita de vender segredos do sistema prisional

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Investigação apura corrupção ativa e violação de sigilo funcional; três mandados de busca foram cumpridos e o servidor contratado foi afastado de suas funções públicas.

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O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público de Santa Catarina deflagrou, na manhã desta quinta-feira (19), a Operação Cavalo de Tróia. A ofensiva cumpre três mandados de busca e apreensão em endereços ligados a um servidor contratado e dentro de uma unidade prisional em Criciúma, no Sul do estado.

O investigado teve a suspensão do exercício da função pública determinada pela Vara Regional de Garantias da Comarca de Criciúma.

O foco da operação é desarticular um esquema de violação de sigilo funcional, onde o servidor é suspeito de repassar informações sensíveis obtidas pelo cargo para criminosos. Além disso, a investigação apura a prática de corrupção ativa por parte de particulares, que teriam oferecido vantagens indevidas para garantir a entrada de aparelhos celulares no sistema prisional.

O nome da operação faz alusão à estratégia grega de infiltração em muralhas impenetráveis. Todo o material apreendido passará por perícia da Polícia Científica para identificar outros possíveis envolvidos na rede criminosa. O processo tramita em sigilo.

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