Ministério Público de Santa Catarina levou o caso a júri e sustentou a tese de homicídio qualificado por motivo fútil. Réu foi condenado a 12 anos de prisão.
De acordo com a denúncia, a motivação dos crimes teria sido vingança por um suposto estupro cometido por uma das vítimas em 2014, a qual cumpria pena em liberdade condicional.
Casos envolvem assassinatos por disputa de vaga, briga por cigarro, vingança e até “roleta-russa” — julgamentos acontecem entre 12 e 16 de maio em várias comarcas do Estado.
Homem foi denunciado por tentativa de homicídio e descumprimento de medidas protetivas; mãe também é acusada por expor criança ao perigo e tráfico de drogas.