Crimes incluíam estupro de vulnerável, exposição a pornografia e oferta de álcool a menores; réu perdeu o poder familiar e as vítimas só conseguiram denunciar após prisão do agressor por outro crime.
Conselheiro, condenado pelo STF como mandante do assassinato de Marielle Franco, segue na folha de pagamento do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.
Ministro Alexandre de Moraes será o relator do caso; ex-deputado, que teve o mandato cassado por faltas em 2025, é acusado de atuar nos EUA contra ministros e o governo brasileiro.